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Shadow IT: como ferramentas não homologadas viram um risco silencioso para a empresa

Em empresas de médio e grande porte, Shadow IT raramente começa como um problema estratégico. Surge como solução rápida: um time adota uma ferramenta sem validação formal para ganhar produtividade. O efeito colateral, porém, pode ser significativo — risco jurídico, falhas de segurança, inconsistência de dados e aumento do custo total de TI.

Para a decisão, a questão não é apenas “proibir ou permitir”, mas entender quando faz sentido consolidar tecnologias em um ecossistema enterprise estruturado.


Quando NÃO faz sentido investir nessa categoria

1. Quando a empresa já possui governança madura e controle de ativos.
Se existe inventário atualizado, políticas claras e auditoria recorrente, o risco de Shadow IT pode ser residual.

2. Quando a aplicação paralela é temporária e controlada.
Projetos-piloto com prazo e escopo definidos não configuram necessariamente risco estrutural.

3. Quando o custo de substituição supera o risco real.
Nem toda ferramenta não homologada exige substituição imediata. A decisão deve ser orientada por impacto financeiro e regulatório.


Quando FAZ sentido — e por quê

1. Quando há risco de compliance e auditoria.
Empresas reguladas precisam rastreabilidade, contratos formais e suporte estruturado. Softwares enterprise adquiridos via Climb Distribution e ComponentSource oferecem previsibilidade contratual e ciclo de atualização controlado, especialmente quando implementados por parceiros como a Delgatec Software.

2. Quando há fragmentação tecnológica.
Times utilizando bibliotecas e componentes distintos elevam custo de manutenção. Padronizar frameworks corporativos como os da DevExpress ou da Telerik reduz dependência individual e melhora governança de código.

3. Quando há impacto direto em propriedade intelectual.
Em áreas de engenharia, o uso de ferramentas não homologadas pode comprometer projetos críticos. Plataformas como Altium oferecem controle de versões, colaboração estruturada e rastreabilidade — elementos essenciais para reduzir risco estratégico.

4. Quando o custo oculto começa a aparecer.
Retrabalho, integrações frágeis e suporte informal custam mais do que parecem. Consolidar o portfólio enterprise pode reduzir despesas indiretas.


Critérios rápidos para tomada de decisão

Antes de agir, avalie:

  • Existe inventário real das ferramentas utilizadas?
  • Há risco regulatório ou contratual?
  • A ferramenta paralela impacta dados críticos?
  • O custo de manter o cenário atual é mensurável?
  • Há estratégia clara de padronização tecnológica?

Se três ou mais respostas indicarem risco, revisar o portfólio e consolidar fornecedores passa a ser decisão estratégica — não apenas técnica.


Conclusão

Shadow IT não é apenas desvio de política interna; é sinal de desalinhamento entre necessidade operacional e estratégia tecnológica. Em vez de reagir com bloqueios, a decisão madura é estruturar um ecossistema enterprise governado, escalável e auditável.

Fale com um especialista da Delgatec Software para avaliar a melhor solução para sua empresa.

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